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Faça você mesmo e sozinho, será?

Faça você mesmo e sozinho, será?

É para ter orgulho de um sobrinho que no nono ano da escola tem aula de “lavar roupa”, e que aprende a entender os códigos das etiquetas. Coisas que em casa não nos ensinam. E também o básico de cozinhar e costurar um botão que cai da camisa. Cerzir uma meia.

Em alguns países o ensino doméstico faz parte do educar. Meu avô fazia tudo isso. Da minha parte, sempre acho que aprendi na marra. Ou na observação. Sei lá.

Me parece que a urgência do tempo moderno parece ter pulado essa pauta em muitos lares.

Saber fazer a própria unha, pintar o cabelo, organizar a casa, faxinar, fazer compras escolhendo o melhor custo x benefício, tirar o lixo, lavar, passar. Todos esses itens te fazem ter a confiança de que, sozinha, você sobrevive por si. E isso nos dá confiança para encarar de frente a vida adulta. Seus desafios e percalços.

Bem… no meu caso fazer a unha, lavar e faxinar é um pequeno desastre. E nesses meses trancafiada inclui fazer feijão preto. Um fracasso. Mesmo com tutorial filmado, mostrando passo a passo. Nada feito.

Já nos demais itens, me viro. A pandemia está ai como prova de fogo. Tenho testemunhas de meus pequenos sucessos no ramo do “faça você mesmo!” 😂😂😂

Todas essas funções são parte do viver independente, ou ao menos deveriam ser parte do viver independente e responsável de qualquer adulto. No fim das contas, apesar de parecer óbvio, “faça você mesmo” é um empoderamento para qualquer um.

E cada um fazendo sua parte, sobra mais tempo para os momentos prazeirosos. Um jantar gostoso, um filme juntos. Uma boa conversa. Afeto e Carinho.

Agora: no mundo dos negócios, será que essa pauta se aplica?

Será que essa explosão de “faça você mesmo e sozinho” é tão recompensadora quanto o trabalho em equipe?

Uber, ifood, uma variedade de opções nessa linha. Será mesmo uma solução? Um empoderamento do pequeno empresário autônomo? E onde fica o encontro das pessoas? A troca de experiências, o coletivo, o apoio em momentos complexos, nas urgências?

Fica a dúvida.

Se de um lado o home office facilitou a vida de muitos, de outro, vamos combinar que esse sem fim de reuniões online pode exaurir.

Aqui na NOVA procuramos identificar as habilidades de cada um, dar a liberdade do desenvolvimento, atuar próximos, observando nossos limites, tentando equilibrar todos os pedidos, trocando conhecimento e permitindo que as pessoas aprendam. Ouvindo.

Para nós é o melhor caminho. O único que acreditamos. Todos remando juntos, na calmaria e nas corredeiras. Muitas esse ano! Que ano!

E ainda não terminou. Mas já está na hora de agradecer. Fica aqui, desde já, nosso agradecimento a incansável equipe que forma nosso time e que trabalhou focada no presente. Gisely, Elisa, Pat. Paola, Renata, Patricia, Ana. Nosso muito obrigada. Perri. Vinicius e toda a equipe da Trevous.  #juntossomosmaisfortes

No mais, nas dúvidas caminha a humanidade, no diverso, na possibilidade das escolhas e nas reflexões.

Tudo passa e vamos sair dessa com muitos aprendizados. E com esperança de achar um novo formato equilibrado de trabalho. Que tenha espaço para um contínuo trabalho em equipe. Que tenha flexibilidade entre o presencial e o virtual. Nós aqui vamos tentar. E você?

Por favor, siga e compartilhe:
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Nova

Oi, tudo bem? Aqui é a Nova. Eu valorizo muito a vida e o tempo das pessoas, por isso estou sempre com novas ideias para trazer os melhores conteúdos pra você, com um atendimento cada vez mais personalizado e eficiente. Alguma dúvida? Fala comigo!

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